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Alta empregabilidade impulsiona procura pelo Curso Técnico em Plástico do SENAI Joinville

16 de julho de 2026
Alta empregabilidade impulsiona procura pelo Curso Técnico em Plástico do SENAI Joinville

Formação surgiu a partir de parceria com sindicatos industriais e já qualificou mais de 430 profissionais desde 2014 e prepara novas turmas para 2027.

Joinville, 16.07.2026 – A necessidade crescente da indústria do plástico por profissionais especializados tem reforçado a importância da formação técnica em Santa Catarina. Em Joinville, o Curso Técnico em Plástico do SENAI vem se consolidando como uma das principais portas de entrada para o setor, registrando cerca de 95% de empregabilidade entre os alunos e formando mão de obra para atender uma cadeia produtiva que segue em expansão.

Ofertado desde 2014 na unidade SENAI Joinville Norte, o curso nasceu da parceria entre o Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (SIMPESC), o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Material Plástico de Joinville e Região (SINDPLAS), a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), SESI e SENAI/SC.

A iniciativa busca aproximar a formação profissional das necessidades das empresas, ao mesmo tempo em que amplia o acesso dos trabalhadores à qualificação técnica por meio do subsídio oferecido pelas entidades. Cada entidade oferece 15% de desconto, totalizando 45% de subsídio.

Ao longo de pouco mais de uma década, os resultados demonstram o impacto da iniciativa. Com apoio do SIMPESC, 323 profissionais já concluíram a formação. Outros 109 técnicos foram capacitados por meio da parceria com o SINDPLAS, totalizando 432 profissionais preparados para atuar em diferentes áreas da indústria de transformação de plásticos.

Carga horária

Com carga horária de 1.232 horas, o curso capacita os estudantes para atuar em processos de transformação, fabricação e reciclagem de materiais plásticos. A formação contempla conteúdos relacionados ao processamento de polímeros, caracterização de materiais, controle da qualidade, regulagem de processos produtivos, normas técnicas, segurança do trabalho e sustentabilidade.

“Além do conhecimento em sala de aula, a metodologia privilegia atividades práticas em laboratórios e ambientes que reproduzem a realidade industrial, permitindo que os alunos desenvolvam competências exigidas pelo mercado e ingressem nas empresas já familiarizados com os processos produtivos. A qualificação profissional é um dos caminhos mais importantes para fortalecer a indústria e ampliar as oportunidades para os trabalhadores.” Carlos Henrique Radun, presidente do SINDPLAS.

Segundo ele, a parceria com o SENAI demonstra que, quando sindicatos e instituições de ensino atuam juntos, é possível formar profissionais preparados para atender às necessidades das empresas e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento de carreiras sólidas. Para Radun, os quase 500 técnicos formados por meio da iniciativa representam um investimento no futuro do setor plástico e na valorização da mão de obra especializada.

Novas tecnologias

A alta empregabilidade dos egressos acompanha um cenário de forte demanda por profissionais qualificados. A modernização das indústrias, a incorporação de novas tecnologias e a necessidade de ganhos em produtividade têm ampliado a busca por técnicos capazes de atuar na operação e otimização dos processos industriais. Para muitas empresas, encontrar profissionais com formação específica em plásticos continua sendo um dos principais desafios para acompanhar o ritmo de crescimento do setor.

De olho nessa demanda, o SENAI Joinville já prepara novas turmas para o primeiro semestre de 2027, com vagas nos períodos matutino e noturno. Podem ingressar candidatos matriculados a partir do segundo ano do Ensino Médio ou que já tenham concluído essa etapa de ensino.

“A expectativa é continuar ampliando a oferta de profissionais qualificados para um segmento que ocupa posição estratégica na economia catarinense. Mais do que atender às necessidades imediatas das empresas, a formação técnica contribui para fortalecer a competitividade da indústria, estimular a inovação e preparar profissionais para acompanhar a evolução tecnológica dos processos produtivos.” Fernando Pedro de Oliveira, presidente do SIMPESC

Fonte: FIESC

 
 


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