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O que faz da INTERPLAST uma das maiores vitrines da América do Sul?

24 de junho de 2026
O que faz da INTERPLAST uma das maiores vitrines da América do Sul?

A força industrial de um local estratégico, uma feira que cabe toda a cadeia produtiva e que vai além dos estandes.

Uma feira destinada a impactar toda a indústria, este é o começo da Interplast: 26 mil pessoas em sua primeira edição, presença de 12 países, além de todos os representantes da América do Sul. Nos anos 2000 nascia este evento que se tornaria referência no mundo industrial.

A estreia impactante, porém, não se deu por eventualidade, preparação e análise minuciosas do mercado fizeram da Interplast o que é hoje: uma das maiores vitrines da indústria do plástico da América do Sul.

Responder o que faz desta feira uma das maiores do mundo, é relembrar a história e mostrar como 26 anos depois, a feira continua crescendo e ampliando sua presença.

A força industrial de um local estratégico 

A força industrial e o local estratégico é um dos primeiros motivos que fazem da Interplast uma referência na América do Sul. A escolha do local aconteceu de modo intencional, afinal, por que não ir ao segundo maior polo de transformação plástica do país?

Assim, a Interplast instalou-se em Santa Catarina, especificamente na cidade de Joinville.

Um estado tradicional e pioneiro na produção de plásticos, Santa Catarina desenvolveu um parque industrial forte, especialmente em injeção, extrusão e reciclagem ao longo dos anos. E na primeira edição da feira já tinha este reconhecimento e movimentação intensa do mercado.

Há 55 anos, a primeira máquina de injeção de plásticos manual chegou ao território. As 200 indústrias transformadoras da época já empregavam 19 mil pessoas e atingiram um faturamento de R$ 1,7 bilhão em 1999.

A Interplast, portanto, fomenta a região, com impacto socioeconômico robusto e de longo alcance, que vai muito além dos quatro dias de pavilhão.

Consolida a região Norte de Santa Catarina como o principal polo de inovação industrial do estado, aproxima as indústrias transformadoras locais das maiores tecnologias globais de automação e matéria-prima.

Ao passo que também impulsiona a economia de Joinville e cidades vizinhas ao movimentar intensamente os setores de turismo de negócios, hotelaria, gastronomia e transporte.

Interplast, a feira que cabe toda a cadeia produtiva 

A decisão de local também interfere na cadeira produtiva, isso porque, a Interplast reúne o ecossistema completo do plástico em um só lugar. Os pavilhões cobrem desde o início do ciclo do plástico até as etapas finais.

De modo que, fortalece o ecossistema de engenharia e manufatura regional por meio de seus congressos e fóruns, qualificando a mão de obra local. Consequentemente, preparando as empresas da região para as demandas globais de sustentabilidade e eficiência produtiva.

A escolha estratégica dos temas e tendências foram fundamentais para que o público visse a feira como um ponto de conexão e atualização do mercado desde seu início. Tanto que no ano 2000, recebeu 250 empresas de todo o Brasil, onde contou com empresas expositoras de cada segmento da cadeia produtiva de plásticos.

Até hoje a feira do plástico promove lançamentos de tecnologias, debates sobre sustentabilidade e gera um volume significativo de contratos.

Para 2026, a Interplast conta com os seguintes setores em exposição:

Máquinas

Equipamentos

Acessórios

Automação e controle

Transformadoras

Ferramentarias

Embalagens

Produtos básicos

Matérias-primas

Resinas

Borrachas

Periféricos

Design

Serviços

Além dos estandes 

Da mesma forma, existem paralelos que definem a feira como uma vitrine de contatos e aprendizados. A exemplo, uma das principais novidades na grade de conhecimento é que a Interplast 2026 será a sede do 6º Congresso Brasileiro do Plástico, organizado pelo Instituto SustenPlást.

Em vez de focar apenas no debate teórico, a edição de 2026 traz um espaço físico e conceitual exclusivo temático de sustentabilidade e circularidade, desenvolvido em parceria com grandes sindicatos (como o SIMPESC) e marcas expositoras.

A rodada de negócios, por sua vez, visa ligar diretamente grandes compradores com os melhores fornecedores, em reuniões direcionadas e curtas, maximizando o tempo e os resultados.

Assim como as oficinas do expositor e workshops técnicos, que contam com salas anexas e auditórios para apresentações e lançamentos.

Fonte: Plástico Virtual

 
 


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