Tenho a satisfação de estar aqui, em nome do SIMPESC, e como alguém que faz parte deste mercado há 23 anos, para abrir mais uma edição da INTERPLAST, um evento que, a cada ano, reafirma seu lugar como um dos principais encontros da indústria do plástico no Brasil, reunindo quem pensa, produz e transforma esse setor.
Uso esta abertura para falar sobre cinco coisas que, para mim, resumem o momento que vivemos: a força industrial que faz de Joinville e Santa Catarina o palco natural para um evento como este; o papel estratégico do setor plástico catarinense dentro dessa economia; o compromisso com a inovação e a sustentabilidade que vai definir o futuro do setor; a força dos catarinenses e de todos os que escolhem Joinville para viver e trabalhar; e a importância das parcerias para a perenidade dos negócios.
Joinville é uma cidade Industrial
É uma cidade que tem na indústria uma das bases da sua economia, que reúne empresas de diferentes segmentos, de diversos portes e com atuação nacional e internacional.
É uma cidade de pleno emprego, onde as empresas estão permanentemente em busca de pessoas qualificadas para acompanhar o crescimento dos negócios.
Mas essa força industrial só existe porque, por trás de cada número, há gente. Catarinenses que carregam, geração após geração, uma cultura de trabalho, disciplina e empreendedorismo que ajudou a moldar o que Joinville é hoje.
E há também milhares de pessoas vindas de outros lugares do Brasil (e de fora) que escolheram esta cidade para viver, trabalhar e criar suas famílias, trazendo, cada uma à sua maneira, mais força a essa engrenagem. É esse conjunto, de quem nasceu aqui e de quem aqui decidiu ficar, que segue moldando o futuro que estamos construindo.
Joinville é um dos principais centros da indústria de transformação do plástico do Brasil, além de um dos mais importantes polos de ferramentaria do país, especialmente na fabricação de moldes para injeção e extrusão.
Aqui estão empresas que desenvolvem tecnologia, produzem conhecimento, formam profissionais e atendem alguns dos mercados mais exigentes do mundo. Mas essa capacidade não está restrita a Joinville.
Santa Catarina tem uma indústria diversificada e especializada, e o setor plástico ocupa um lugar de destaque. Essa diversidade dá resiliência à nossa economia: somente nos cinco primeiros meses deste ano, Santa Catarina gerou mais de 61 mil empregos formais e aparece entre os estados brasileiros com maior geração de empregos no período.
Por isso, quando falamos em competitividade, precisamos trazer qualificação profissional, inovação e capacidade de adaptação, e é aí que instituições como o SENAI, as universidades e os centros de pesquisa fazem a diferença.
A indústria catarinense aprendeu, ao longo dos anos, que ninguém cresce sozinho. Precisamos de empresas, entidades, instituições de ensino e poder público trabalhando na mesma direção.
E a INTERPLAST é um exemplo disso. O SIMPESC participa desde a primeira edição porque acredita que o que temos aqui vai muito além da exposição de máquinas, equipamentos, matérias-primas e produtos. A INTERPLAST É ONDE AS CONEXÕES GANHAM FORMA.
Aqui se cruzam histórias de quem fabrica, de quem fornece e de quem transforma. E é desse encontro que nascem as tecnologias, as tendências e o futuro do nosso setor.
E, hoje, falar de futuro é falar de economia circular: de um ciclo em que cada material ganha uma nova vida, e onde os setores desta feira desempenham um papel central.
A indústria do plástico está na linha de frente dessa transformação, e seguimos investindo em tecnologias que tornam os processos mais eficientes, reduzem o desperdício e devolvem o material ao ciclo produtivo.
Não existe indústria competitiva sem inovação, e não existe indústria do futuro sem responsabilidade ambiental. Por isso é tão importante que a INTERPLAST traga esses temas para dentro da feira, aproximando quem pensa, quem desenvolve e quem aplica essas soluções no dia a dia.
São mais de mil indústrias no Estado, responsáveis por dezenas de milhares de empregos diretos e por uma extensa cadeia de fornecedores e atividades que movimenta toda a economia.
São empresas que produzem peças técnicas, embalagens e componentes automotivos, entre tantos outros produtos que fazem parte do nosso dia a dia. E o mais importante: muitas dessas empresas estão desenvolvendo tecnologia aqui e levando seus produtos para o Brasil e para o mundo.
É esse potencial que queremos mostrar e essa indústria que queremos fortalecer.
Para finalizar, destaco a importância da parceria com a MESSE BRASIL e, ao citar Richard, parabenizo toda a equipe responsável pela organização deste evento.
Uma feira desta dimensão nasce de esforços somados e de uma confiança compartilhada em um propósito comum. Acredito que viveremos dias intensos de conhecimento, inovação, negócios e relacionamento. Que esta edição da INTERPLAST seja uma oportunidade para que nossas empresas façam bons negócios, conheçam novas tecnologias e, sobretudo, saiam daqui com ainda mais ferramentas para moldar o futuro que queremos construir.
Muito obrigado!
Fonte: SIMPESC
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