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	<description>Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina</description>
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		<title>Evento reúne cases de aprendizagem industrial em Santa Catarina</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas demostraram ações de formação de jovens realizadas em parceria com o SENAI/SC Florianópolis, 14.05.2012 &#8211; Mais do que atender à necessidade de possuir jovens aprendizes em seu quadro de colaboradores, os Programas de Aprendizagem Industrial realizados em parceria entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresas demostraram ações de formação de jovens realizadas em parceria com o SENAI/SC</em></p>
<p><em>Florianópolis, 14.05.2012</em> &#8211; Mais do que atender à necessidade de possuir jovens aprendizes em seu quadro de colaboradores, os Programas de Aprendizagem Industrial realizados em parceria entre a Metalúrgica Tupy, de Joinville, e o SENAI se tornaram um efetiva ação de desenvolvimento de profissionais qualificados.</p>
<p>&#8220;Aproveitamos para fazer muito mais do que trazer os jovens só para cumprir cotas. Nós vimos uma maneira de desenvolver esses estudantes de acordo com a nossa necessidade&#8221;, explica o coordenador de desenvolvimento de pessoas da Tupy, Valcir Consenso. Graças ao alinhamento entre o conteúdo do curso e as demandas da empresa, cerca de 60% dos participantes acabaram sendo efetivados.</p>
<p>Assim como a Tupy, diversas indústrias de Santa Catarina estão aderindo aos chamados Programas de Aprendizagem Industrial do SENAI/SC, que são formações customizadas que unem educação profissional e a vivência nas empresas. Atualmente, o SENAI/SC já possui 40 desses programas e espera fechar o ano com mais 10.</p>
<p>Alguns cases de boas práticas de programas de aprendizagem foram apresentados durante uma mesa-redonda promovida pelo SENAI, em Florianópolis. Além da Tupy, participaram representantes da Intelbras (de São José) e Metalúrgica Riosulense (de Rio do Sul) e do Sindicato das Empresas Metalúrgicas e de Material Elétrico de Joinville (Sindimet), , além da direção do SENAI/SC e coordenadores de curso.</p>
<p>O SENAI é parceiro da Intelbras desde 2007, quando a empresa iniciou seu Programa de Aprendizagem. Desde então, 171 jovens já participaram do programa. Nele, os alunos têm aulas no SENAI em um período e, no outro, aplicam os conhecimentos na empresa. Para isso, os alunos vão aumentando a frequência com que vão para a empresa à medida que avançam no curso.</p>
<p>&#8220;É um papel social de despertar os jovens para o mercado de trabalho. Para muitos serve como primeiro emprego. Na empresa, eles passam por várias áreas e acabam descobrindo suas vocações&#8221;, conta a Susana Hetterich, analista de Recursos Humanos da Intelbras.</p>
<p>Na Metalúrgica Riosulense, o programa de aprendizagem tem ajudado a formar jovens com a &#8220;cara&#8221; da empresa &#8211; ou seja, que tiveram formação focada nas práticas da indústria e que passaram por um processo de conhecer a cultura profissional de seu espaço de atuação. Isso porque, além das aulas no SENAI, os jovens passam por formações para desenvolvimento comportamental.</p>
<p>&#8220;Muitas vezes, temos aprendizes que são efetivados e que já entram mais capacitados e produtivos que colaboradores mais antigos, mas que aprenderam na prática&#8221;, relatou Alexandre Marcondes, da área de Recurso Humanos da empresa.</p>
<p>Em 2011, o SENAI/SC registrou 9,7 mil matrículas nos cursos gratuitos de aprendizagem industrial, um aumento superior a 300% desde 2007, e pretende continuar ampliando a oferta nessa área. &#8220;A aprendizagem industrial é um dos maiores projetos em execução do SENAI de Santa Catarina hoje e também representa um dos braços de atuação no entidade na área social&#8221;, destaca o diretor de Educação e Tecnologia, Antônio José Carradore, que abriu o 4º Encontro de Coordenadores de cursos de Aprendizagem Industrial do SENAI/SC, iniciado em Florianópolis nesta terça, 8.</p>
<p>O evento serviu para discutir formas de alinhar a oferta de cursos às demandas regionais das empresas e mostrar as vantagens de inserir esses jovens no contexto das indústrias.</p>
<p>Para estimular integração com empresas, o SENAI/SC tem criado programas de aprendizagem industrial, que são específicos para empresas ou sindicatos. Os programas unem as aulas na instituição com um período de vivência dos jovens dentro das indústrias, totalizando de 1600 horas. A intenção é fechar o ano de 2012 com 50 programas de aprendizagem distribuídos por todo o Estado.</p>
<p><em>Sobre o SENAI Santa Catarina</em></p>
<p>Entidade integrante do Sistema FIESC, o SENAI Santa Catarina apoia a indústria com a formação de profissionais de nível técnico, superior (com cursos de tecnologia) e pós-graduação. Também oferece cursos de formação de aprendizes e de formação profissional inicial e continuada (qualificação e aperfeiçoamento), além de oferecer cursos sob demanda para empresas e instituições, inclusive na modalidade a distância.</p>
<p>Sua atuação também contribui para o aumento da competitividade da indústria catarinense por meio de consultorias a empresas e serviços laboratoriais (avaliação da qualidade e da conformidade, caracterização de matéria prima, ensaios de proficiência e materiais de referência certificada). Mais informações sobre o SENAI no site www.sc.senai.br e pelo fone 0800 48 1212.</p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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		<title>FIESC e Messe Brasil preparam 2ª edição da Powergrid Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Florianópolis, 8.5.2012 &#8211; O sucesso da primeira edição da Powergrid Brasil &#8211; Feira e Congresso de Energia -, realizada em outubro de 2011, comprovou a força da região sul, que é a segunda mais industrializada do Brasil e vem recebendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Florianópolis, 8.5.2012</em> &#8211; O sucesso da primeira edição da Powergrid Brasil &#8211; Feira e Congresso de Energia -, realizada em outubro de 2011, comprovou a força da região sul, que é a segunda mais industrializada do Brasil e vem recebendo importantes investimentos, com a instalação de indústrias brasileiras e estrangeiras.</p>
<p>Em 2012, em sua segunda edição, a Powergrid pretende dar continuidade à proposta iniciada no ano passado, de integrar ainda mais a cadeia do setor energético com o foco no consumo eficiente de energia.</p>
<p>Realizada pela FIESC &#8211; Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, em conjunto com a Messe Brasil, organizadora do evento, a Powergrid 2012 ocorrerá de 27 a 29 de novembro, no Centreventos Cau Hansen, em Joinville/SC. Para Luiz Felipe Lepeltier, diretor da Messe Brasil, mais que um canal de negócios, a Powergrid Brasil é um evento que busca identificar as necessidades do mercado e apresentar as melhores soluções em eficiência energética, tecnologias e infraestrutura.</p>
<p>&#8220;A feira pretende estabelecer uma rede de relacionamento entre os diversos públicos do setor e promover a troca de experiência e o conhecimento&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Neste ano, a expectativa é reunir cerca de 100 empresas e atrair cerca de 5 mil visitantes, que podem conferir as últimas novidades nas áreas de geração, transmissão e distribuição, equipamentos industrias, materiais para instalação, automação e instrumentação, concessionárias, produtos e serviços e meio ambiente.</p>
<p>&#8220;Para 2012, a FIESC e a Messe Brasil pretendem levar um público ainda maior e mais qualificado, ampliando a geração de negócios na feira que, em 2011, já superou as expectativas&#8221;, comenta Glauco José Corte, presidente do Sistema FIESC.</p>
<p>No ano passado, a feira recebeu, aproximadamente, 4 mil visitantes, vindos de dez estados brasileiros &#8211; BA, DF, MG, PB, PE, PR, RJ, RS, SC e SP, e dois países &#8211; China e EUA. Os principais segmentos representados entre os visitantes da feira foram energia, engenharia, fundição, plásticos, automotivo e construção civil.</p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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		<title>1ª Oficina de Gestão da Qualidade &#8211; Grupo SIMPESC</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizada no dia 27 de abril de 2012, na Associação Comercial de Joinville &#8211; ACIJ, a 1ª oficina do módulo Gestão da Qualidade do Grupo SIMPESC. Na oportunidade, em que foi realizado um Workshop de sensibilização para a Qualidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizada no dia 27 de abril de 2012, na Associação Comercial de Joinville &#8211; ACIJ, a 1ª oficina do módulo Gestão da Qualidade do Grupo SIMPESC.</p>
<p>Na oportunidade, em que foi realizado um Workshop de sensibilização para a Qualidade, estavam presentes as empresas; CEB, Mantac, Termotécnica, Inplac, Rineplast, Aliança e AB Plast.</p>
<blockquote><p>Fonte: IEL/SC</p></blockquote>
<div id="attachment_5656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 217px"><a href="http://www.simpesc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/1ª-Oficina-de-Qualidade-do-Novo-Grupo-Simpesc-27.04.2012-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5656" title="1ª Oficina de Qualidade do Novo Grupo Simpesc 27.04.2012 2" src="http://www.simpesc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/1ª-Oficina-de-Qualidade-do-Novo-Grupo-Simpesc-27.04.2012-2-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
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		<title>Portos encaram a concorrência</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a utilização de tecnologias e equipamentos de última geração, os terminais enfrentam desafios como o aumento da concorrência e a mudança nos incentivos fiscais para as importações. Mas, a falta de acessos ainda prejudica a competitividade dos terminais. Clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a utilização de tecnologias e equipamentos de última geração, os terminais enfrentam desafios como o aumento da concorrência e a mudança nos incentivos fiscais para as importações. Mas, a falta de acessos ainda prejudica a competitividade dos terminais.</p>
<p><a href="http://www.tvindustriasc.com.br/index.php/infraestrutura/221-portos-encaram-a-concorrencia">Clique aqui para ver o vídeo.</a></p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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		<title>Trabalhadores aceitam 7% de aumento</title>
		<link>http://www.simpesc.org.br/2012/04/trabalhadores-aceitam-7-de-aumento/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Assembleia ocorrida no sábado também definiu o novo piso da categoria: R$ 900 Após cinco reuniões com o sindicato patronal, nas quais os debates tiveram ânimos exaltados, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Material Plástico de Joinville realizou assembleia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assembleia ocorrida no sábado também definiu o novo piso da categoria: R$ 900</p>
<p>Após cinco reuniões com o sindicato patronal, nas quais os debates tiveram ânimos exaltados, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Material Plástico de Joinville realizou assembleia geral no sábado para votar o reajuste salarial.</p>
<p>Com as últimas negociações, a entidade sindical conseguiu acordo de 7%, chegando ao piso de R$ 900 para os trabalhadores. A proposta foi aprovada com 192 votos.</p>
<p>“Precisamos destacar que este é o maior acordo sindical do Brasil. São 18,57% de aumento”, ressalta o presidente do sindicato, Reinaldo Schroeder, o Nalo. Antes da aprovação do novo piso, o salário mínimo para funcionários da categoria era de R$ 759.</p>
<p>O líder sindicalista destaca que as negociações com o sindicato patronal foram apertadas. A proposta inicial, que oferecia aumento de 6% e piso de R$ 820,00, foi rejeitada. Nas reuniões com os empregadores, que ocorrem desde março, ele garantiu que não convocaria assembleia para votação se as empresas não se comprometessem a pagar, no mínimo, o piso sugerido pela categoria.</p>
<p>Cerca de 300 trabalhadores compareceram à sede do sindicato laboral no sábado. É um número pequeno quando comparado ao total de trabalhadores que a entidade representa na região: são quase 40 mil funcionários em 328 empresas. “A chuva espantou muita gente”, argumentou Nalo.</p>
<blockquote><p>Fonte: AN &#8211; Economia</p></blockquote>
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		<title>Especialistas afirmam que Brasil deve ratificar convenção da OIT sobre liberdade sindical</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 12:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro painelista do dia no Seminário sobre Liberdade Sindical e Novos Rumos do Sindicalismo no Brasil foi o procurador do trabalho Cristiano Otávio Paixão Araújo Pinto. Ele lembrou que o Brasil está atrasado em relação a 150 países que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro painelista do dia no Seminário sobre Liberdade Sindical e Novos Rumos do Sindicalismo no Brasil foi o procurador do trabalho Cristiano Otávio Paixão Araújo Pinto. Ele lembrou que o Brasil está atrasado em relação a 150 países que já ratificaram a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da liberdade sindical. &#8220;Não faz sentido a não ratificação de uma convenção tão importante em um país que busca ter papel de destaque no cenário internacional&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para o procurador, isso não significa que o Brasil não possa se socorrer de outros instrumentos consagrados no Direito para garantir o princípio da liberdade sindical, como normas da Organização das Nações Unidas (ONU), da própria OIT e do MERCOSUL.</p>
<p>Ao fazer um contraponto entre a Convenção 87 e a Constituição da República, Cristiano Paixão observou que não se pode entender a Constituição como uma coisa estática, devendo-se sempre observar &#8220;como os dispositivos constitucionais se relacionam&#8221;.</p>
<p>Segundo o procurador, o Brasil já possui uma história institucional de defesa de direitos fundamentais do trabalho. Isso permite a análise mais apurada de um quadro de contradição entre a unicidade sindical e todos os dispositivos constitucionais que se contrapõem a ela, como a liberdade sindical prevista no artigo 8º da Constituição – cujo inciso II, que trata da unicidade, &#8220;ainda produz efeitos, mas está caindo em certa obscuridade&#8221;.</p>
<p><em>Papel do TST</em></p>
<p>Para Cristiano, o Tribunal Superior do Trabalho tem papel importante na concretização dos direitos fundamentais por meio de suas decisões. Como exemplo, citou uma do ministro Maurício Goginho Delgado que reconhece a possibilidade de que uma greve tenha motivação política.</p>
<p>Outra decisão destacada foi o reconhecimento de estabilidade provisória a uma gestante em contrato de experiência, do ministro Walmir Oliveira da Costa, e uma terceira decisão, do ministro Vieira de Mello, que aplica sanções à conduta antissindical de uma empresa que demitiu trabalhadores por terem aderido a uma greve.</p>
<p>Para o procurador, para que se possam discutir as bases de uma cultura de direitos, é importante, na análise de disputas sindicais, que se examine o grau de democracia interna do sindicato e o grau de legitimidade da base que cria uma nova entidade, e não somente a conduta da autoridade administrativa.</p>
<p>A segunda painelista, professora Maristela Basso, defendeu que a análise da Convenção 87 deve levar em conta todo o contexto histórico e social do momento em que foi editada. A especialista lembrou que a Convenção 87 foi feita na primeira parte do século XX, momento social em que &#8220;era muito importante se falar nos direitos das pessoas&#8221;, pois o mundo preparava-se para uma bipolaridade entre o capitalismo e o comunismo, logo após a 2ª Guerra Mundial.</p>
<p>Hoje, assinalou, o quadro mundial é outro. &#8220;Os direitos estão consagrados, o que deixa a discussão sobre se a liberdade sindical está em vigor ou não um pouco defasada&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A painelista lembrou que o modelo brasileiro prevê a liberdade sindical desde que haja apenas um sindicato numa mesma base territorial. O critério determina a extensão e a quantidade da liberdade sindical, o que é incompatível com a realidade da sociedade e com a análise da interpretação evolutiva dos direitos das pessoas. &#8220;Este determinismo coloca a Constituição Federal em uma posição constrangedora dentro do contexto histórico evolutivo analisado&#8221;, avalia.</p>
<p>A especialista em direito internacional lembrou que a Convenção 87 é uma continuação do que consta no preâmbulo da Constituição da OIT, o que significa dizer que os países membros devem ter a liberdade sindical ampla e sem determinismo em seu direito interno. Dessa forma, defendeu a ideia de que a OIT deveria pressionar seu países membros ratificantes  a obedecerem o tratado constitutivo, sob pena de perderem seus assentos permanentes na ONU.</p>
<p>&#8220;É inadmissível que um país como o Brasil, que possui assento permanente no Conselho da organização, não cumpra os princípios fundamentais do tratado constitutivo da OIT&#8221;, concluiu.</p>
<blockquote><p>Fonte: TST</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sistema FIESC lança campanha de valorização da indústria</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Balanço da Indústria, mostrando como o setor transforma a vida das pessoas, é a primeira peça da campanha, que começa a ser veiculada no final deste mês e terá, em sua segunda fase, a presença do tenista Gustavo Kuerten Balanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Balanço da Indústria, mostrando como o setor transforma a vida das pessoas, é a primeira peça da campanha, que começa a ser veiculada no final deste mês e terá, em sua segunda fase, a presença do tenista Gustavo Kuerten</p>
<p>Balanço da indústria é a primeira peça da campanha</p>
<p><em>Florianópolis, 20.4.2012</em> &#8211; O Sistema FIESC apresentará nesta sexta-feira (20) campanha institucional de valorização da indústria. Com o conceito &#8220;a indústria transforma sua vida&#8221;, a campanha começa a ser veiculada no dia 23 de abril. A primeira peça, um balanço da indústria, vai mostrar a importância do setor para a economia e a sociedade de Santa Catarina.</p>
<p>Também mostrará o papel do Sistema FIESC na defesa da competitividade do setor, por meio de ações de representação, promoção da inovação e da competitividade, além do atendimento ao trabalhador e suas famílias nas áreas de educação, saúde e lazer.</p>
<p>&#8220;O momento é muito oportuno porque o País discute de maneira inédita a importância do setor. Queremos mostrar que a indústria está muito mais próxima do dia a dia das pessoas do que muitos imaginam e deixar claro para a opinião pública que ela é fundamental para o Estado e o País&#8221;, explica o presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte.</p>
<p>Ele lembra que o objetivo da indústria é produzir bens que fazem parte da vida de todos. &#8220;Muitos esquecem que estamos cercados, o tempo todo, por produtos da indústria, em grande parte originados aqui em Santa Catarina&#8221;, completa.</p>
<p>Por isso, na peças de TV e mídia impressa, que serão veiculadas a partir do dia 29, em cenas do cotidiano das pessoas, aparecem asteriscos chamando atenção para os produtos da indústria de Santa Catarina no momento em que são usados.</p>
<p>Já o balanço da indústria, que será publicado no dia 23, ressalta que são 42 mil indústrias em Santa Catarina transformando a vida dos catarinenses, gerando diretamente 736 mil empregos (37% dos trabalhadores do Estado), 32,8% do PIB e R$ 5,9 bilhões em impostos (ICMS e IPI).</p>
<p>A peça também mostra que o Sistema FIESC registrou 198,8 mil matrículas na área de educação em 2011, realizou 1,28 milhão de atendimentos de saúde, 723 mil na área de lazer e contabilizou 227,6 mil horas de consultoria empresarial. &#8220;É uma prestação de contas à sociedade&#8221;, resume Côrte.</p>
<p>Na segunda fase da campanha, que irá até o final do ano, o tenista Gustavo Kuerten entrará em ação para divulgar as iniciativas do Sistema FIESC nas áreas de educação, por meio do SENAI, e de saúde, por meio do SESI. &#8220;Esta iniciativa de comunicação é realizada de maneira integrada pelas entidades do Sistema FIESC, que é liderado pelo setor empresarial.</p>
<p>Dessa forma também daremos visibilidade ao papel dos industriais na promoção da saúde, da educação, da representação institucional e do estímulo à inovação e da competitividade do setor e de Santa Catarina. Uma ação de extrema relevância, que toda a população deve conhecer&#8221;, diz Côrte.</p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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		<title>Exportação de SC cresce 11% no primeiro trimestre</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 12:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Florianópolis, 11.4.2012</em> &#8211; As exportações catarinenses no primeiro trimestre de 2012 somaram US$ 2,09 bilhões. O resultado é 11% maior que o registrado no mesmo período em 2011, segundo dados divulgados pela Federação das Indústrias (FIESC). No acumulado do ano, a alta dos embarques superou a média nacional, que foi de 7,5%. O crescimento das importações do Estado foi de 11,9%, valor maior que os 9,5% registrados no resultado nacional. O saldo da balança comercial fechou negativo em US$ 1,58 bilhão.</p>
<p>De janeiro a março, entre os produtos exportados, as altas mais expressivas foram observadas nos itens motores e geradores elétricos (24,9%), blocos fundidos (27,8%) e carne de frango (14,2%). Os embarques de soja tiveram aumento de 511%. O forte crescimento é explicado pela base de comparação. No acumulado de 2011, o valor das vendas desse produto ao mercado internacional foi de US$ 7,78 milhões. No mesmo período neste ano, somou US$ 47,5 milhões.</p>
<p>Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Timbó (Simmmet), Edvaldo Angelo, o setor está relativamente otimista para 2012. O segmento, historicamente exportador, tem como principal destino para muitos produtos os Estados Unidos. &#8220;Com a queda nas vendas para esse mercado, o setor sofreu bastante, mas já começou a recuperação&#8221;, diz ele, destacando que a redução no consumo norte-americano levou empresas a procurar espaço na Rússia, Ucrânia e Polônia.</p>
<p>Angelo lembra que o aumento da concorrência e a valorização do Real também refletiram negativamente nas exportações. &#8220;A China é hoje o principal concorrente. Eles têm um custo menor de produção. Os impostos chineses agregados ao produto são de 11,6%.</p>
<p>Enquanto isso, no Brasil, quando o produto chega ao consumidor quase 40% do valor é imposto. Então, só esse diferencial já dificulta muito a competição&#8221;, afirma. Índia e Rússia ocupam a segunda e terceira posições como principais concorrentes do Brasil nos setores metalúrgico e mecânico.</p>
<p>Os Estados Unidos seguem sendo o principal destino dos produtos catarinenses no exterior. No trimestre as exportações somaram US$ 252,6 milhões, valor 20,7% maior que o registrado no mesmo período em 2011. Apesar de manter a liderança do ranking, as vendas do Estado àquele País representavam, em 2002, 30% do total exportado. Agora a participação é de 11%.</p>
<p>Também figuram entre os principais parceiros de Santa Catarina a Argentina (US$ 180,9 milhões), Países Baixos (US$ 143,9 milhões), Japão (US$ 113,2 milhões) e China (US$ 108,5 milhões).</p>
<p>Nas importações, o principal parceiro de Santa Catarina é a China, com embarques de US$ 1,09 bilhão no acumulado do ano. Na sequência aparecem o Chile (US$ 343,7 milhões), Argentina (US$ 267,2 milhões) e os Estados Unidos (US$ 242,5 milhões).</p>
<p>Os valores exportados por Santa Catarina corresponderam a 3,8% dos embarques brasileiros. O Estado ocupa a décima posição no ranking nacional de exportação.</p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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		<title>Mercados suspendem a distribuição gratuita de sacolas plásticas em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 19:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Decisão é fruto de acordo entre supermercados e governo. O consumidor que não levar sua própria sacola terá que pagar por uma reutilizável. Graziela Azevedo São Paulo A partir desta quarta-feira (4), acaba a distribuição gratuita das sacolas plásticas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão é fruto de acordo entre supermercados e governo. O consumidor que não levar sua própria sacola terá que pagar por uma reutilizável.<br />
Graziela Azevedo São Paulo</p>
<p>A partir desta quarta-feira (4), acaba a distribuição gratuita das sacolas plásticas em supermercados da cidade de São Paulo. A decisão é fruto de acordo entre supermercados e governo.</p>
<p>A partir de agora, o consumidor deve levar sua própria sacola ou tem que pagar, pelo menos, R$ 0,59 por uma sacola reutilizável.<br />
Nos últimos dois meses, só um supermercado da zona oeste de São Paulo deixou de distribuir dois milhões de sacolinhas plásticas. Neste período, eles venderam 6,4 mil sacolas reutilizáveis.</p>
<p>A maioria dos clientes já se acostumou, mas para muita gente, o maior problema ainda é a memória. Para os esquecidos, a distribuição de caixas de papelão tem sido farta, mas os supermercados estão estudando o uso de sacolas retornáveis ou sacolas vai e vem.</p>
<p>“O setor emprestaria para o consumidor e, ao devolver, ele teria o desconto na mercadoria ou a devolução do dinheiro”, explica o presidente da Associação Paulista de Supermercados, João Galassi.</p>
<p>Fonte: Jornal Hoje &#8211; Globo</p>
<p>Fonte: Vídeo &#8211; Maurício Ricardo</p>
<p><a href="http://charges.uol.com.br/2012/04/05/sacola-plastica-o-caderno/">http://charges.uol.com.br/2012/04/05/sacola-plastica-o-caderno/</a></p>
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		<title>Brasil Maior está mais audacioso, mas faltam medidas estruturais, diz FIESC</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 11:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maris</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Florianópolis, 3.4.2012 &#8211; As iniciativas anunciadas nesta terça-feira (3) pelo governo no âmbito do programa Brasil Maior são mais abrangentes e importantes do que as da primeira fase, apresentadas em agosto do ano passado, na avaliação da Federação das Indústrias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Florianópolis, 3.4.2012</em> &#8211; As iniciativas anunciadas nesta terça-feira (3) pelo governo no âmbito do programa Brasil Maior são mais abrangentes e importantes do que as da primeira fase, apresentadas em agosto do ano passado, na avaliação da Federação das Indústrias (FIESC). &#8220;O governo foi bem mais audacioso desta vez.</p>
<p>Mas, ainda assim, faltam medidas estruturais e no âmbito do próprio governo, para reduzir seus gastos e, dessa forma, poder reduzir a carga tributária de maneira ampla&#8221;, avaliou o presidente da entidade, Glauco José Côrte, que acompanhou em Brasília o evento de lançamento. &#8220;Além disso, é importante que agora o tempo entre o anúncio das medidas e a sua concretização seja imediato&#8221;.</p>
<p>Entre os pontos mais destacados na apresentação do plano estão a disposição do governo de não deixar o dólar cair mais e a pretensão de agir no âmbito da defesa comercial. &#8220;A Receita Federal está fiscalizando com rigor as importações, conferindo, entre outras questões, a correção de preços e especificações, especialmente de têxteis, vestuário e calçados, para evitar importações ilegais&#8221;, disse Côrte.</p>
<p>Para a FIESC, outra medida positiva é que a desoneração da folha de pagamento foi ampliada e as alíquotas foram reduzidas. Têxtil, confecções, móveis, calçados, plásticos, couro, material elétrico, autopeças, ônibus, naval, aéreo, mecânico, terão alíquota de 1%. &#8220;Muitos destes setores têm papel extremamente importante na nossa indústria.</p>
<p>Ao desonerar a folha de pagamento, o governo premia as empresas que empregam mais&#8221;, avalia Côrte. Ele ainda destaca entre as medidas o estímulo dado ao segmento exportador, o que é importante para Santa Catarina, além da redução dos encargos para investimentos.</p>
<blockquote><p>Fonte: FIESC</p></blockquote>
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